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Por dentro do Festival #VivênciaMagnetismoAstral

A repórter Priscila Baima participou da vivência “Magnetismo Astral”, com Rita Upadhi Maggi no início da noite de sábado (23).

25.06.18 - 01H50 Por Priscila Baima

O “Por dentro do Festival” é a sessão em que os repórteres do portal Festival Vida & Arte acompanham programações do evento e narram como foi a experiência de vivenciar atrações de música, teatro, espiritualidade, manifestações culturais, entre outras, dentro do maior festival multicultural do Brasil. A repórter Priscila Baima participou da vivência “Magnetismo Astral”, com Rita Upadhi Maggi no início da noite de sábado (23) e narra como foi a experiência.

Se antes me restava alguma dúvida que somos feitos de energia, a Vivência com Rita Upadhi Maggi, ocorrida no sábado (23), no Festival Vida & Arte extinguiu todas elas. Preparei meu corpo para aquela experiência que nunca tinha tido antes, não tão próxima de conceito e prática. Eu já sabia que o corpo emitia e recebia energia, mas não sabia como.

Foi ali, antes de entrar na Sala Amarela, que meu corpo já sabia o que iria receber e também, claro, emitir. Entrei na sala e Rita nos aguardava em silêncio, seguindo com os olhos quem adentrava naquele universo magnético que, sem dúvida, ela fez germinar naquela noite.

Num primeiro momento, falando em inglês, Rita nos apresentou os conceitos básicos do magnetismo astral e as camadas de chakra que cada ser humano possui. Acredito que a maneira que ela nos falava sobre algo vital que é energia, a mensagem conseguia chegar, independente de idioma. As palavras fluíram e os olhares se comunicaram. Criei, junto com meus colegas na sala, um redemoinho de entrega.

Como toda troca, a vivência iniciou com oito filas, sendo cada par de fila, uma pessoa na frente da outra. Eu escolhi como meu par uma pessoa fundamental na minha vida, que conhece minha energia como nenhuma outra pessoa.

Iniciamos. Primeiramente, fiz um exercício de respiração intenso, que envolvia as mãos como metáfora para trazer o céu de volta para a terra. Tudo envolvendo apenas as narinas e o diafragma. Tinha música. E olhares fixos em mim, assim como eu também fazia. Era a preparação de como sentir a aura de um outro ser humano.

Depois, passamos para um estágio mais avançado da vivência. A de sentir a camada de energia do outro. Com as mãos levantadas até a altura do peito, minha dupla iniciou o processo de sentir minha primeira camada de energia. Olhos nos olhos. Estávamos ainda mais conectadas naquele momento. Era um pedido de entrada no meu universo. Eu recebi a energia dela e ela absorveu a minha. E por sermos íntimas, me senti bem com aquela visita, comprovando que nossas energias são sadias e não contaminadas. Senti leveza e alívio.

Nesse momento, ao meu lado, uma jovem começou a chorar compulsivamente. Como se sua dupla tivesse tentando curá-la. Porque o método de Rita – Osho Prama Healing – também permite a cura de algum problema. Acredito que foi isso que aconteceu ao meu lado. Para ela, também foi aliviador.  Ao final do exercício, as duplas se abraçaram. Eu abracei a minha e, sinceramente, não quis soltar. Pela segurança, conforto e sensação de lar. Acredito que escolhi bem com quem ia fazer a vivência.

De fato, a vivência de Rita me tocou em muitos sentidos. Um deles foi o de saber que as pessoas estão cada vez mais frágeis e mais vulneráveis, quando se trata de estar próximo de alguém. Quando se trata de abraçar o outro por mais de cinco minutos. O toque tem sido cada vez mais raro nas relações, mesmo que a sexualidade esteja mais liberta. É uma ideia contraditória quando se fala em liberdade: ao mesmo tempo que uma pessoa se diz livre, por dentro ela se sente cada vez mais presa. A vivência me confirmou que a liberdade precisa, primeiramente, partir de dentro para que assim ela consiga trazer o efeito que pretende.

A liberdade também é energética. Liberta-se dos medos, das angústias e das ansiedades, tudo isso também é energia. E como toda energia vinda de um ser humano ela pode ser sentida. Por vezes, com a ajuda dessa troca, eliminada. Por vezes, intensificada. Portanto, saibamos escolher com quem vamos fazer essa troca energética durante a vida, pois, como disse a própria Rita, ao final da vivência: “no fim, somos uma só energia”.

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