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Por Dentro do Festival #EncontrodeBlogueiros

Em seu dia a dia, o quanto de conteúdos LGBTQI+ você consome? talvez essa seja uma pergunta que você jamais tenha feito para si mesmo. Com o acesso as redes sociais e a rede mundial de computadores de algum forma você já deve ter consumido este tipo conteúdo, seja por vlogs, imagens, músicas ou até […]

25.06.18 - 01H48 Por Dyego Viana

Em seu dia a dia, o quanto de conteúdos LGBTQI+ você consome? talvez essa seja uma pergunta que você jamais tenha feito para si mesmo. Com o acesso as redes sociais e a rede mundial de computadores de algum forma você já deve ter consumido este tipo conteúdo, seja por vlogs, imagens, músicas ou até memes. A edição especial do Encontro de Blogueiros, realizado no segundo dia Festival Vida & Arte, discutiu a inserção do público LGBTQ+ no mundo do entretenimento.

Para começar essa história devo me apresentar, meu nome é Dyego Viana, sou repórter do Grupo de Comunicação O POVO. Com o objetivo de vivênciar o maior festival multicultural do Brasil, recebi o desafio de participar de 3 atividades ao longo evento do e compartilhar minha experiência aqui no portal do Festival Vida & Arte.

A reboque da minha própria ‘ignorância’ e curiosidade sobre o tema, este humilde narrador/repórter decidiu participar do Encontro de Blogueiros e conhecer mais sobre o universo LGBTQI, conhecimento que se faz necessário nos dias atuais. A mesa de debates conduzida pela Drag Queen Deidiane Piaf, personagem do ator e comediante Dênis Lacerda, recebeu os convidados; Caio Locci, ativista paulista com forte engajamento no Twitter e figura conhecida no mundo digital; Hebert Castro, do Canal das Bee, um dos principais canais com conteúdo voltado para o público LGBTQI do Brasil; Rubens Rodrigues, blogueiro de cultura pop, responsável pelo blog Repórter Entre Linhas e Émerson Maranhão, jornalista, militante LGBTQI, repórter especial e editor de conteúdo Audiovisual do O POVO.

“Vai ter LGBTQI+ no mundo do entretenimento sim”, a frase colocada quase como um grito de resistência e militância, foi escolhida como tema do debate. Para Locci, a visibilidade e o espaço que a internet proporcionou para este público foi fundamental para o reconhecimento do movimento, levando em consideração a limitada visibilidade e os tabus ainda enfrentados por outros meios, como é o caso da TV aberta. “A internet possibilitou novas narrativas”, explica Locci.

Com bloco de notas e caneta nas mãos, cresciam meus questionamentos sobre o assunto ao decorrer do encontro. Indagações não de um repórter, mas de alguém sensibilizado com o tema. O primeiro deles está estampado no início deste texto, que logo foi acompanhado por outros; a televisão brasileira quando se propõe a dar espaço ao público LGBTQI+ apoia ou ainda apenas satiriza o movimento? artistas musicais que são gays recebem a mesma critica de artistas héteros? Questionamentos estes que levei para uma reflexão posterior ao encontro.

A experiência de conhecer mais não só sobre a inclusão LGBTQI no universo do entretenimento, mas sim a realidade vivenciada por este público é pertinente, esclarecedora e empática. Foi apenas o segundo dia do Festival & Arte e a energia do local junto com a mistura de culturas, deixa claro o que ainda está por vir nos próximos dois dias do evento.

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